Desde de que Mark Zuckerberg mudou o nome da sua empresa de Facebook para Meta, a única coisa que se preocupa em fazer é não deixar a ideia do Metaverso flopar. Até porque teve que lançar o produto antes da hora e desde então está se atropelando para falar que está cada vez mais próximo.
O que acontece é que essa notícia já está ficando velha, a troca do nome veio em meio de um turbilhão chamado Facebook Papers, onde uma ex-funcionária afirmou que o Facebook sabe que suas plataformas são usadas para espalhar ódio, violência e desinformação, e que a empresa tem tentado esconder essas evidências.
Então rapidamente para mudar de assunto na mídia e nas buscas online, Facebook virou Meta, que vem de metarverso e já prometeu um futuro em realidade aumentada e virtual como nunca vimos antes.
Para essa realidade acontecer, o Facebook de fato tem trabalhado a bastante tempo e investido bastante dinheiro, mas ainda sim não temos tecnologia pronta para esse lançamento, precisamos de um óculos que seja pelo menos leve e não dê dor de cabeça.
Desta forma, não tem uma data para a inauguração do produto Metaverso, até porque o lançamento já aconteceu e já vai fazer um ano em poucos meses.
A coisa toda está improvisada, sem planejamento e quando isso acontece, desconfianças logo aparecem. Como evidenciou o colunista de tecnologia do New York Times, Kevin Roose a uma publicação de Zuckerberg em que os gráficos renderizados no Metaverso estariam muito básicos, parecendo um avatar de videogame dos anos 2000.
Três dias depois o dono da Meta já divulgou uma imagem em que seu avatar conseguiria chegar a uma qualidade de 3D muito mais refinada “em breve”, e o que segundo ele, havia acontecido foi que acabou divulgando algo na pressa de celebrar o lançamento.
O que chama atenção e fica estranho é o “em breve”, porque ele acabou divulgando então algo que já não era possível entregar neste momento e nem em um futuro próximo, visto que a tal plataforma de realidade virtual e aumentada não foi inaugurada.
O que descobrimos é que com o deboche das redes, Mark Zuckerberg não está acostumado com o tipo de interação favorito para o algoritmo de sua empresa, que afinal foi o que fez ele mesmo mudar o nome da empresa achando que os usuários aceitam qualquer coisa.
Caiu na casca de banana que ele mesmo colocou. 🍌
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